1 de mai. de 2010

HowStuffWorks - A grande produção off-shore de petróleo no Brasil

Fonte:canalciência
A grande maioria (90%) do petróleo produzido no Brasil vem de campos off-shore, ou seja, plataformas exploratórias no litoral brasileiro. São 111 plataformas ao longo da costa brasileira. Destas, 33 são fixas e 78 flutuantes.

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A Petrobras, empresa estatal responsável pela exploração de petróleo no país, utiliza plataformas fixas, plataformas semi-submersíveis, FPSOs (plataformas fluentes que retiram e armazenam o produto) e plataformas auto-elevatórias. (Fonte: assessoria de imprensa da Petrobras) Os tipos de plataformas estão representadas na ilustração abaixo.
A exploração de petróleo no mar iniciou-se em 1968, no litoral sergipano. O ponto de partida foi a descoberta do campo de Guaricema. A história seguinte foi de vários recordes na profundidade alcançada para a exploração. Para se ter uma idéia em 1977 as plataformas alcançavam até 124 metros de profundidade. Em 2003, o petróleo já estava sendo tirado a 1.886 metros de profundidade.
Nos próximos anos, esses recordes devem ser ampliados. Isso porque a Petrobras já anunciou a existência de grandes reservas de petróleo na camada chamada de pré-sal. Trata-se de bacias sedimentares que se encontram abaixo do leito do mar e de uma extensa camada de sal. O petróleo, que provavelmente é de boa qualidade, localiza-se em áreas que podem chegar a mais de 7 mil metros de profundidade.
Com as reservas de pré-sal, o Brasil deve consolidar sua auto-suficiência no combustível fóssil, além de conseguir reservas estratégicas e até exportar o produto. Ainda não há um tamanho preciso do reservatório, que fica entre o litoral de Santa Catarina e Espírito Santo. Mas, segundo o próprio presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, a produção atual de 14,4 bilhões de barris de petróleo (dados de 2008) subirá para 70 a 107 bilhões.

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1º de Maio - Dia do Trabalho

Fonte:Suapesquisa
O Dia do Trabalho é comemorado em 1º de maio. No Brasil e em vários países do mundo é um feriado nacional, dedicado a festas, manifestações, passeatas, exposições e eventos reivindicatórios.
A História do Dia do Trabalho remonta o ano de 1886 na industrializada cidade de Chicago (Estados Unidos). No dia 1º de maio deste ano, milhares de trabalhadores foram às ruas reivindicar melhores condições de trabalho, entre elas, a redução da jornada de trabalho de treze para oito horas diárias. Neste mesmo dia ocorreu nos Estados Unidos uma grande greve geral dos trabalhadores.
Dois dias após os acontecimentos, um conflito envolvendo policiais e trabalhadores provocou a morte de alguns manifestantes. Este fato gerou revolta nos trabalhadores, provocando outros enfrentamentos com policiais. No dia 4 de maio, num conflito de rua, manifestantes atiraram uma bomba nos policiais, provocando a morte de sete deles. Foi o estopim para que os policiais começassem a atirar no grupo de manifestantes. O resultado foi a morte de doze protestantes e dezenas de pessoas feridas.
Foram dias marcantes na história da luta dos trabalhadores por melhores condições de trabalho. Para homenagear aqueles que morreram nos conflitos, a Segunda Internacional Socialista, ocorrida na capital francesa em 20 de junho de 1889, criou o Dia Mundial do Trabalho, que seria comemorado em 1º de maio de cada ano.
Aqui no Brasil existem relatos de que a data é comemorada desde o ano de 1895. Porém, foi somente em setembro de 1925 que esta data tornou-se oficial, após a criação de um decreto do então presidente Artur Bernardes.
Fatos importantes relacionados ao 1º de maio no Brasil:
- Em 1º de maio de 1940, o presidente Getúlio Vargas instituiu o salário mínimo. Este deveria suprir as necessidades básicas de uma família (moradia, alimentação, saúde, vestuário, educação e lazer)
- Em 1º de maio de 1941 foi criada a Justiça do Trabalho, destinada a resolver questões judiciais relacionadas, especificamente, as relações de trabalho e aos direitos dos trabalhadores.

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Cerol é um perigo a todos

Autor: Valdeci T. Ribeiro - Técnico em Segurança do Trabalho
A linha de pipa com cerol é um dos grandes problemas enfrentados por pessoas que usam motocicletas para o seu trabalho ou lazer. Essa brincadeira de criança que também é a diversão de muitos adultos irresponsáveis, é a causa de muitos acidentes graves que dependendo da gravidade podem levar à morte ou deixam seqüelas terríveis em suas vítimas.

Imagem do Google

O Cerol é uma mistura de cola com caco de vidro moído que posteriormente são aplicadas às linhas de pipas com o intuito de cortar a linha de outras pipas adversárias em uma batalha para ver quem pode mais. O saldo dessa irresponsabilidade é que no final dessas brincadeiras, acabam sendo deixados pelas ruas pedaços de linhas que são praticamente invisíveis aos olhos de quem trafega conduzindo veículos ciclomotores, e quando esses condutores inadvertidamente se chocam com a linha de pipa contendo cerol, acabam sendo atingidos principalmente nas mãos, braços, tronco, pescoço e rosto. As linhas com cerol possuem uma enorme capacidade cortante e provocam cortes profundos que são potencialmente mortais quando atingem a região do pescoço.
O cerol em linhas de pipas é utilizado praticamente no ano todo, mas é na época das férias escolares que as ocorrências dos acidentes são mais comuns. Alguns aparatos foram desenvolvidos para evitar acidentes envolvendo linhas com cerol abandonadas pelas ruas e avenidas, como por exemplo, as antenas aparadoras de linhas de pipas e o protetor de pescoço que são os meios mais eficazes para proteger-se e evitar as tragédias para quem tem a infelicidade de encontrar pelo caminho essa armadilha perigosa e causadora de tanto sofrimento.
Apesar das várias campanhas alertando para o perigo dessa brincadeira, pouco tem surtido efeito, pois o cerol ainda continua sendo utilizado indiscriminadamente e fazendo suas vítimas por todo o país. É necessário que os pais tomem as rédeas dessa situação e promovam uma conscientização sobre essa prática, educando seus filhos sobre as conseqüências do uso do cerol. Se o acidente causar a morte da vítima e a pessoa que contribuiu para o acidente for identificada, poderá ir para a cadeia. Outras penalidades são previstas para quem colocar a vida de outras pessoas em risco, portanto, mesmo que não ocorra a morte, há mecanismos de punição para os pais e os adolescentes envolvidos nos acidentes.
Empinar pipas é uma diversão saudável e nos remetem a nossa infância, trazendo grandes recordações, mas não podemos transformar essa brincadeira inocente em uma arma perigosa que pode mudar a vida de outras pessoas para sempre.

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